"De vez em quando eu penso..."
domingo, 29 de abril de 2012
sexta-feira, 29 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
" A Verdadeira Páscoa
Se eu deixasse algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida e os seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
Deixaria para você, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão; o trabalho.
Além do trabalho; a ação.
E quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída."
Gandhi
Se eu deixasse algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida e os seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
Deixaria para você, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão; o trabalho.
Além do trabalho; a ação.
E quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída."
Gandhi
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Refletindo....
"Quando pensamos na saúde de nossos filhos ou da infância, não pensamos no hospital, mas no médico.Saúde nos lembra os médicos. Educação nos lembra a escola, não seus profissionais, os educadores".
Miguel Arroyo
quinta-feira, 29 de julho de 2010
RESPOSTA DE UMA PROFESSORA À REVISTA VEJA que está rolando na rede.
Interessantíssimo e tem que ser lido por TODOS, indiscriminadamente, em especial aqueles que criticam o trabalho dos professores, sem pensar que qualquer formação, por mínima que seja, passa obrigatoriamente pelo trabalho deste profissional tão injustamente criticado e massacrado pela mídia, pais, alunos e comunidade em geral, esquecidos que estão de quem lhes ensinou as primeiras letras, para que chegassem onde chegou.
Crticar professor é no mínimo uma conduta INGRATA,DESRESPEITOSA E MAL-EDUCADA.
Na minha humilde concepção, o problema da Educação não está nas leis, nem nos profissionais do Magistério, está na Gestão da Educação e dos Recursos ,ou ,na falta dela.
Por Solange de Souza.
Por Solange de Souza.
CARTA RESPOSTA À REVISTA VEJA DE UMA PROFESSORA INDIGNADA COM AS CRITICAS DA SOCIEDADE, AOS PROFESSORES:
Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador.
Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticas as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira. Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”. Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida. Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e ...disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores? E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência. Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até à passeios interessantes, planejados, minuciosamente, como ir ao Beto Carrero. E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes” elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 m .de intervalo, onde tem que se escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário. Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave. Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite. E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.
Em vez de cronômetros precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade. Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim ouve-se falar em cronômetros. Francamente !!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de bandidismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO. Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
*O referido artigo foi publicado em 13 de junho de 2010.
Disponível em :http://veja.abril.com.br/230610/aula-cronometrada-p-122.shtml
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Culto à beleza
Por Solange de Souza
Ouvi de um pastor, numa excelente pregação para jovens outro dia (a Igreja carece muito disso!), que uma evidência da intolerância à “feiúra” é a grande quantidade de ofertas de tratamentos estéticos e cirurgias plásticas para corrigir “imperfeições”.
Segundo ele ainda, em artigo publicado recentemente em revista de grande circulação nacional, o Brasil foi intitulado “O Império do bisturi”.
Não é curioso que pessoas que se autodenominam pertencentes a uma geração moderna, altamente tecnológica e catedrática, aceite sem refletir a imposição desumana de padrões estéticos cada vez mais exigentes? Que se deixe contaminar?Que se deixe ser tratada como um mero objeto, que não precisa apenas ser útil, mas também tem que ser acima de tudo, um objeto bonito?
E não estamos falando apenas de um mundo inteiro de pessoas que levantam a bandeira da igualdade, da tolerância às diferenças e das legislações cada vez mais igualitárias. Estamos falando de um mundo tão espiritualizado como nunca se viu antes. De pessoas que se engajam em causas sociais e movimentos humanitários. Que se dedicam a uma religião, muitas vezes com grande exagero, mas que parecem nunca ter lido no livro mais lido do mundo, manual básico de boa conduta e bem viver, a Bíblia, em I Pedro 3:3-4:
“O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura de vestes, mas o homem encoberto no coração, no incorruptível trajo de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus .”
Será que não vamos jamais conseguir levar as pessoas a refletir que o que devemos ter é uma preocupação moderada com o corpo, nosso maior foco deve ser nosso coração e nosso espírito.
Tiremos esse peso de nossas cabeças. Tenhamos orgulho de nossa aparência!
Se Deus, o arquiteto do Universo nos esculpiu assim, com suas próprias mãos, um a um, e somos únicos no mundo, cada um com uma beleza única e defeitinhos também únicos, como podemos nos achar feios?
Não, não precisamos acreditar no padrão de beleza ditado pela mídia.
Pois se Deus, Nosso Pai, fez cada um com suas particularidades, por que tem que ser todo mundo igualzinho?
Precisamos acreditar em algo maior que as nossas próprias vontades. Precisamos crer em Deus, que Ele nos fez assim, e se nos fez desse jeito, é porque assim está bom.
Quem não crê no próprio Criador não tem limites.
Tenha limite!
É urgente e necessário que façamos uma reflexão E para auxiliá-lo nesta tarefa, seguem aqui umas imagens, que por si só, dizem tudo.
Mulheres girafas –Tailândia. Têm sua beleza medida pela quantidade de argolas que usam em volta do pescoço. Fonte:www.girafamania.com.brE para você? Qual é o seu modelo de beleza?
PENSE NISSO!
sábado, 24 de julho de 2010
Relacionamentos pós-modernos.
Por Solange de Souza
Por Solange de Souza
Ando com algumas dificuldades que estão me fazendo refletir muito sobre a crise. Não, não é sobre a crise econômica mundial. É sobre a crise nos relacionamentos pessoais e interpessoais.
Percebo grande dificuldade nas pessoas, em serem ouvidas, e maior dificuldade ainda em falar.
Falar de assuntos cotidianos, falar besteirinhas necessárias com seus amigos, familiares, colegas de trabalho, parceiros...Falar, simplesmente falar.
As pessoas não parecem mais querer escutar, e isso torna o falar praticamente inexistente.
Chega-se em casa, liga-se a tv, corre-se para o banho, come-se alguma coisa rapidamente (quando come!), controle na mão, ou mão no teclado do computador, e quem esta conosco, ali no mesmo espaço, solenemente ignorado.
Quando muito, interrompemos uma olhada ou outra para a tela, apenas para resmungar monossílabos, que querem dizer sim, não, ou talvez, o outro que interprete como quiser.
Sinto às vezes uma vontade imensa de falar. Mas ninguém quer escutar. Alternativa?Ponho-me a reclamar de alguma coisa banal, que momentaneamente chama a atenção do outro para exclamar que reclamo demais, e fim de assunto.
As pessoas não conseguem mais falar umas com as outras, não conseguem mais falar de si mesmas, e isso adoece!Sim, estamos adoecidos e não percebemos.
Pensou-se que a tecnologia iria aproximar mais as pessoas. Mas li em algum lugar que a humanidade nunca se sentiu tão solitária.E sinto o mesmo, também!
Ao invés de visitar um amigo, como fazíamos nos velhos tempos (não tão velhos assim), eu telefono para ele ou mando um "torpedo" via celular.
No dia do aniversário de uma pessoa querida, eu lhe mando um cartão virtual.deixo um "scrap" no orkut ou no msn.
Quando quero me desculpar, mando uma mensagem, ao invés de procurar a pessoa e conversar sobre os fatos.
Estamos abrindo mão de um bom papo, de momentos juntos, de relacionamentos verdadeiros e duradouros, do olho no olho, de estarmos todos reunidos.
É.A pós-modernidade está tirando isso da gente.Está tirando nosso conceito de “nós”, nossa comunhão, nosso “estar juntos”.
E a televisão exerce este papel brilhantemente: tira-nos uns dos outros.
Parece até que , como escutei em uma pregação outro dia, a Ciência está querendo nos destruir.
Criamos máquinas maravilhosas, compramos produtos de extrema tecnologia, inventamos inúmeras maneiras de ganhar e gastar dinheiro e reinventamos a solidão, o desamor, a falta de ter com quem falar.
Embora eu tenha um celular, um computador, uma tv, de ultima geração, ninguém me escuta, ninguém nota minha presença, e em alguns casos, sequer notam minha ausência.
“Estou acordado e todos dormem, todos dormem, todos dormem .Agora vejo em parte, mas então veremos face a face, que é só o amor, é só o amor, que conhece o que é verdade” (Legião Urbana).
Solange de Souza.
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